
A virtualização da Umbanda
Abrogados estejam todos os rituais. Assim aconteceu a partir de
1904 com a mudança dos Aeons.
Estamos em Horus - advindos de Osiris Patriarcal e de Isis
Matriarcal. Em Horus temos a predominância de dois sexos num único ser - ou a forma
imanante deles criando patologias psico-comportamentais compreensíveis.
A Umbanda com seus sincretismos costumes, hierarquias, dogmas,
que naturalmente deveriam ser adaptados ao novo Aeon, deveria sofre mudanças - e como as
conhecemos essa foi a proposta do grande instrutor Yapacani - W.W. da Matta e Silva.
Essas mudanças tão necessárias à continuidade do culto
deveriam se exemplificar na derrocada, no declínio de outras organizações como muitos
bem a sabem,. Modificações sem transformações bruscas, mantendo as linhas direcionadas
aos atavismos egípcio africano seguindo princípios e leis sem em nenhum momento permitir
egolatrismos ou confusões entre o Branco da roupagem ritualística lembrando pureza em
dois planos e o branco acadêmico que longe da proposta de curar, integrar - como temos
visto - tende a desintegração - um processo naturalmente resultante da ausência do
cetro do poder - Yapacani.
Um mestre iniciatório não nomeia seguidores nem sucessores. A
sucessão é um processo natural na qual mestre e discípulo interpolam-se fundindo seus
atavismos, suas vivências e caminhos que é a proposta da consciência do sincretismo
afim.
A eventual escolha de um indivíduo como sucessor do Mestre é um
processo no qual não se leva em conta a condição intelectual desse indivíduo. Na
maioria das vezes nossa condição intelectiva é nosso persona, é a segunda pele
ocultando nossas realidades internas, impondo modismos complementares.
Assim, nossa condição de mestre de culto endossada em meras
folhas de papéis sem implicitação espiritual é simplesmente uma muleta a amparar um
ego fragmentado que produz seus similambus em cada atitude, crítica,...
A eventual verbalização a nível de crítica usando jargões de
animais do antigo Egito - chacal, réptil e afins é a evidência do processo interno do
indivíduo - uma vez que a consciência planifica a natureza psíquica do indivíduo e a
crítica aos irmãos quando movida por fundamentação egoística, é o abismo do
indivíduo - natureza abissal engendrada pelo ego elemental a nível da criação da
discórdia como Egrégora. Ao atacar a Egrégora da Umbanda com egoísmo - o ego é uma
entidade psíquica imparcial - o indivíduo mexe na Egrégora dos Mestres e ao mesmo tempo
atrai para si as forças do arquétipo pertinente a cultura umbandística - lembremos um
processo mortal - perigosíssimo sem retorno.
A Umbanda não é virtual. Inseri-la num contexto cósmico é um
plágio do trabalho de Yapacani, designado pela Hierarquia Constituída para operar dentro
e fora do Sistema Solar.
Alertemos aos irmãos para a postura da humildade, para a
vivência em grupo. Forças espirituais de alto poder observam atentas o desenrolar dos
fatos.
O objeto é a condução da Cultura Umbandista dentro da proposta
do Mestre - através de seu sucessor - com livre trânsito ao Oriente em função de seus
atavismos.
Saravá!
EXÚ ...
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